Implantodontia

Implante: É um cilindro de titânio que substitui a raiz de um ou de vários dentes; eles  não são todos iguais, existem diversos sistemas de implantes cada qual tem diferentes formas de reabilitação; possuem diâmetros e comprimentos diferentes, roscas e superfícies diferentes, sendo selecionados para cada região da arcada dentaria.Trabalhamos com as melhores implantes do mercado nacionais e importados com conexão Cone morse : nobel, straumann, ankylos, zimmer , entre outros .

Implantes cerâmicos: É extremamente resistente, a compatibilidade dele com o osso é melhor, a estética também é outra característica que coloca a zircônia a frente do titânio. A cerâmica também evita que fique aquela “sombra” do metal do implante aparecendo na junção entre o dente e a gengiva na arcada superior quando alguém sorri.

Tratamento de periimplantite: É a desinfecção da superfície dos implantes, manejo de tecidos moles até mesmo explanação e substituição por outro implante, corrigindo as deficiências de tecido ósseo ou gengival se necessário.

Implantodontia reparadora : Correção de trabalhos mal executados, substituição de implantes mal posicionados, remoção de parafusos fraturados , correção do contorno gengival e substituição de próteses com estética insuficiente.

Quando um implante é mal executado na região posterior inferior ( mandíbula ) ele pode causar trauma ou compressão do nervo alveolar , provocando dor intensa ou dormência no lábio inferior correspondente  . Sendo necessário realizar a descompressão do nervo cirurgicamente. Essa intercorrência é muito séria e os danos causados no nervo podem ser definitivos , necessitando de uma abordagem imediata .

Implantes pterigoides: São instalados na região posterior da maxila, servindo de apoio para uma prótese fixa ou um protocolo, para evitar cantIlever(evitando o movimento de alavanca), protegendo os implantes anteriores, e evitando a fratura da prótese. São implantes bem longos de 18 a 25mm de difícil execução, devendo ser executado por um profissional experiente que domina a técnica.

Implantes longos: São utilizados em casos de perda óssea severa, dando maior estabilidade a prótese, são fixados em estruturas adjacentes há fossa nasal, no próprio osso do paciente, que restou, sem necessidade de enxerto. Normalmente são colocados inclinados, e sua posição é corrigida com pilares angulados para instalação imediata da prótese. Com esses implantes conseguimos altos torques e instalação imediata da prótese.

Implantes curtos: São implantes menores que os convencionais, são usados para substituir dentes perdidos, em regiões com altura óssea reduzida, sendo uma alternativa a procedimentos invasivos, como enxertos ósseos e desvio do nervo alveolar entre outros.

São instalados normalmente na região posterior da mandíbula, com muita cautela pela proximidade do nervo mandibular.

Implantes zigomáticos: Os implantes zigomáticos são uma solução eficiente para paciente com pouquíssimo osso na arcada superior, evitando procedimentos complexos como enxertos ósseos extensos. Eles são implantes especiais, mais longos do que os convencionais, são fixados no osso presente na face, o osso da maça do rosto, conhecido como osso zigomático.

Essa técnica avançada permite uma base sólida para reconstrução do sorriso.

Quando ele é indicado?

– Quando há ausência de osso severa no maxilar superior.

– Quando os tratamentos anteriores falharam : os implantes convencionais e o enxerto não deram certo.

– Quando o paciente precisa de um enxerto extenso de grande volume.

– Quando paciente utiliza dentadura por muitos anos.

Onde é feito ? Pode ser feito no hospital ou no consultório; para o conforto do paciente. Paciente será acompanhado por um médico anestesista, para sua total segurança.

Planejamento: É feito digitalmente após o paciente realizar sua tomografia, onde seu osso é visualizado e escolhemos o melhor local para instalar o implante, obtendo suas dimensões e posição ideal; sendo que a cirurgia é simulada em biomodelos antes de ser realizada. O modelo 3D ( biomodelo ) é uma réplica fiel da estrutura óssea do paciente.

A técnica evoluiu com o tempo, atualmente os implantes são exteriorizados, sua parte que entra em contato com a gengiva é lisa e polida, evitando retrações e inflamações.

Podem ser feitas guias cirúrgicas; fazendo com que nosso procedimento cirúrgico seja mais rápido e preciso.

Os implantes zigomáticos podem ser associados a implantes convencionais, longos ou pterigoides (híbridos), dando mais sustentação a prótese, garantindo a carga imediata.

Pós-operatório: A recuperação inicial é semelhante a de um implante convencional, controlada com analgésicos e antibióticos sendo muito rápida, com pouco inchaço na região operada, podendo voltar as suas atividades normais entre 5 a 7 dias após a cirurgia.